Não sou funcionário público mas fico satisfeito ao tomar conhecimento que Durão Barroso, disse hoje, na Assembleia da República, que a "conjuntura difícil" que afecta os funcionários públicos é "transitória", e que o Governo está a trabalhar no sentido de aumentar os seus salários, em 2005.
Conhecendo a competência e a boa vontade do primeiro-ministro, tenho receio que possa acontecer com alguns funcionários públicos o que já aconteceu a ex-combatentes da Guerra das Colónias, que nos deixaram sem terem beneficiado, um tostão sequer, da promessa de Paulo Portas em relação à contagem de tempo ao serviço do Exército, em África.
Publicado por dizerbem em janeiro 30, 2004 11:25 AMÉ de louvar a saída do senhor primeiro ministro na Assembleia da República. Ele tem toda a razão. Então alguém duvida que é tudo transitório?, até a vida. Gosto das lulubrações do senhor primeiro ministro, tanto, tanto, que até estou a pensar virar a casaca e passar-me para o PSD. O quê? Tem mal virar a casaca? Essa agora!
Não, não vai acontecer como pretende o ministro da Defesa: que morramos, para não cumprir a sua promessa de nos pagar. Há-de pagar, sim senhor, até ao último tostão. Já há muitos ex-combatentes, duros, que decidiram viver até aos cem anos. Está lixado.
Só queremos o que nos é devido.